Hamartia significa em contexto literário, um "erro" cometido pelo personagem de uma tragédia, é então vista como um erro de julgamento ou engano involuntário que se aplica às acções desse personagem.
Segundo Aristóteles hamartia significa uma "falha trágica",mas devido a um estudo recente hamartia pode significar várias coisas como por exemplo: um erro, uma falta, uma falha ou um delito.
Apesar de haver muitas opiniões divergentes sobre o seu significado, hamartia é uma palavra hoje em dia muito utilizada, mas da qual se desconhece a definição certa.
Alunos do 12ºB da Escola Secundária Quinta do Marquês, em Oeiras, no ano lectivo de 2012-13
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Apresentação Oral
Este livro fala de um rapaz chamado Tom Sawyer que vive na América no séc. XIX, esta narrativa quer demonstrar o sonho americano, uma vida de paz, liberdade e prosperidade.
Tom Sawyer vivia com tia e os seus dois irmãos numa aldeia ao pé do Mississipi.
Tom era um miúdo igual aos outros gostava de brincar, mas quando chegava a altura do trabalho e dos deveres escondia-se e fugia.
Nesta obra o autor coloca a personagem principal (Tom Sawyer) várias vezes confrontado com o prazer e o dever.São inúmeras as vezes que Tom falta á escola para ir brincar ou nadar no rio.
Neste livro o trabalho é considerado algo obrigatório, que não nos dá liberdade nem prazer, é algo estressante e repetitivo de que não gostamos de fazer.
Por outro lado o prazer é algo que nos é quase "proibido" fazer, algo estimulante que nos dá liberdade e de que gostamos muito de fazer.
Encontrei duas frases de famosos filósofos que apoiam a ideia que retirei do livro:
"Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida."
"Quando fazemos o que gostamos a vida é uma alegria, quando não o fazemos a vida é uma escravidão."
Tom Sawyer vivia com tia e os seus dois irmãos numa aldeia ao pé do Mississipi.
Tom era um miúdo igual aos outros gostava de brincar, mas quando chegava a altura do trabalho e dos deveres escondia-se e fugia.
Nesta obra o autor coloca a personagem principal (Tom Sawyer) várias vezes confrontado com o prazer e o dever.São inúmeras as vezes que Tom falta á escola para ir brincar ou nadar no rio.
Neste livro o trabalho é considerado algo obrigatório, que não nos dá liberdade nem prazer, é algo estressante e repetitivo de que não gostamos de fazer.
Por outro lado o prazer é algo que nos é quase "proibido" fazer, algo estimulante que nos dá liberdade e de que gostamos muito de fazer.
Encontrei duas frases de famosos filósofos que apoiam a ideia que retirei do livro:
"Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida."
"Quando fazemos o que gostamos a vida é uma alegria, quando não o fazemos a vida é uma escravidão."
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Comparação do Sermão de Padre António Vieira à actualidade.
O Sermão do Padre António Vieira aos peixes pode ser localizado no século XVII, ou seja, já à bastantes anos. No sermão Santo António crítica indirectamente o ser humano, isto acontece, de certo, modo quando Santo António diz que o Homem comete tantos ou mais e piores pecados que os peixes.
Santo António refere-se principalmente ao facto de os Homens se comerem uns aos outros (tal como os peixes), sendo assim julgados por esses actos de corrupção.
O sermão pode ser comparado com a actualidade, pois ambos se verifica a critica ao Homem quanto à corrupção, maldade, ganância,... isto é,a todos os seus grandes pecados. Pecados os quais podem ser ainda evidenciados na maior parte dos Homens da actualidade, desde políticos a simples pessoas comuns...
Com isto consigo concluir que a “maldade/corrupção" do ser humano é um problema transversal existente ao longo dos séculos.
Santo António refere-se principalmente ao facto de os Homens se comerem uns aos outros (tal como os peixes), sendo assim julgados por esses actos de corrupção.
O sermão pode ser comparado com a actualidade, pois ambos se verifica a critica ao Homem quanto à corrupção, maldade, ganância,... isto é,a todos os seus grandes pecados. Pecados os quais podem ser ainda evidenciados na maior parte dos Homens da actualidade, desde políticos a simples pessoas comuns...
Com isto consigo concluir que a “maldade/corrupção" do ser humano é um problema transversal existente ao longo dos séculos.
domingo, 16 de outubro de 2011
Secção IV do Sermão
Na quarta secção do Sermão de Padre António Vieira aos Peixes podemos constatar que no segundo parágrafo aparece várias vezes o verbo “comer”, este tem no texto dois conceitos: o conceito literal e o conceito figurado.
Durante o sermão padre António Vieira diz que os peixes pequenos são comidos pelos grandes, o que é um facto, porque estes para se alimentarem precisam de comer sendo então as suas presas peixes menores (este é o conceito literário, é por isso um facto real). Por exemplo uma baleia come uma sardinha, isto é normal, pois seria estranho se acontecesse o contrário.
O conceito figurado é referido no texto quando o Padre António Vieira diz que os Homens também se “comem” uns aos outros, aqui o autor quer dizer que conforme os peixes pequenos são comidos pelos grandes (pelos mais poderoso e temidos), os Homens são por sua vez também comidos por homens mais fortes, poderosos, ricos ou até por sucessores.
Assim concluo que o Homem não passa de um animal que faz tudo o que está ao seu alcance para conseguir sobreviver (assim como os peixes).
sábado, 8 de outubro de 2011
Direito a tirar a vida? Texto Argumentativo
Como sabemos, existem temas que são alvo de controvérsia na sociedade actual, por razões éticas, morais, religiosas, etc. a pena de morte é um deles...
A pena de morte (ou pena capital) é uma sentença aplicada pelo poder judiciário que consiste em retirar legalmente a vida de um individuo que foi julgado culpado de ter cometido um crime considerado pelo estado como sendo suficientemente grave e justo para ser punido com a morte.
Os culpados condenados á pena de morte são normalmente culpados por crimes hediondos como o assassinato; mas a pena é também usada para reprimir a espionagem, a violação, o adultério, a homossexualidade e a corrupção.
Em toda a nossa história existem referencias a variadíssimas formas de pena de morte( crucificação, apedrejamento,enforcamento,esquartejamento,câmara de gás, empalação...)chegando mesmo a ser usado como forma de entretimento. No entanto a evolução do mundo tende a acabar com ela, parece que a pena de morte não é compatível com o mundo civilizado.
Actualmente a pena de morte encontra-se abolida em grande parte do mundo, mas em muitos países é legal e aplicada ( EUA, China,Índia,..).
Esta punição é pois considerada como sendo muito controversa. Há os que lhe são favoráveis, estes argumentam que é eficaz na prevenção de futuros crimes, que é adequada na punição de crimes violentos,que mesmo assim é muito benevolente ,pois o criminoso não sofre o suficiente para redimir o crime que cometeu, defendem ainda que nenhum condenado volta a reincidir.
Os opositores por outro lado, alegam que este modo não é eficaz ou seja por si só não reduz a criminalidade, também inúmeros inocentes todos os anos são condenados injustamente por erros jurídicos , que é uma violação dos Direitos Humanos .
Se pensarmos que os Direitos Humanos, são os direitos e liberdades básicos de todos os seres humanos e segundo o Artigo III "Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal".
Questiono-me:
· Será que o Homem tem o direito de tirar a vida de outrem?
· Quem tem o poder de dizer quem é humano e quem, pelos seus crimes, deixou de o ser? Eu? Tu? O Estado?
· Alguém pode garantir que nenhum inocente vai morrer por ter sido julgado injustamente?
· Porque se matam pessoas que matam outras pessoas? Para demonstrar que não se deve matar?
Mas se:
· For cometido um crime hediondo a um elemento da minha família, à minha mãe ou irmã? Ou a um amigo?
· Quantos de nós não acharíamos que a punição deveria ser proporcional ao acto praticado?
Pena de morte – justiça ou crueldade?
Na minha opinião nenhum ser humano por mais poderoso que seja pode escolher se outra pessoa deve viver ou morrer, se uma pessoa comete um crime grave ou é acusada de tal acho que não deve ser submetida à pena de morte, mas por exemplo ao exilamento, como acontecia já há muitos séculos ou prisão perpétua, que penso ser suficientemente coerciva...
Como já referi anteriormente acho que ninguém deve ter o poder de decidir se uma pessoa deve viver ou morrer, pois apesar de isso ser contra o Artigo III dos Direitos Humanos, o arguido pode estar a ser acusado injustamente de crimes que não cometeu e por consequência disposto a morrer sem razão. Ninguém pode garantir que não está a ser cometido algum tipo de erro jurídico que leve á perda de uma vida inocente.
Também é difícil de sustentar que o Estado com toda a sua isenção possa aplicar a pena de morte ou seja, se o Estado diz não podes matar, por outro lado, se matares o estado mata-te. Haverá legitimidade nisto? Este argumento por si é uma incoerência justificativa da pena de morte.
Por outro lado a revolta é grande perante um crime hediondo e sobretudo se for praticado contra alguém próximo, somos inundados de um desejo de punidade, por vezes pode chegar a vingança. Esta solução radicalista não vai diminuir o nosso sofrimento,nem trazer de volta os nossos entes queridos, para além de provocar sofrimento e arrependimento. Um mal não se repara com outro mal.
A pena de morte é pois um atentado ao direito á vida , uma violentação dos Direitos Humanos e que não leva a diminuição da criminalidade. A justiça não progride tirando a vida de um ser Humano e tirar a vida a um ser humano,não pode ser um acto legal.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Ideia de Justiça
As aventuras de Alice no País das maravilhas e a ideia de justiça
Segundo o dicionário, “justiça” é definida como: virtude moral que inspira o respeito pelos direitos de cada pessoa e a atribuição do que é devido a cada um. Entende-se como devendo ser um direito de todos, de forma imparcial e em equidade.
A obra de Lewis Carroll: As aventuras de Alice no País das Maravilhas narra as aventuras vividas por uma jovem num universo fantástico com criaturas bizarras, distante do mundo real, desprovido de leis que regem o mundo social. Durante a leitura e a interpretação desta obra deparei-me várias vezes com um problema, a ideia de justiça que consta nesta obra não é uma ideia única ou permanente; esta ideia vai variando de personagem para personagem e de situação para situação, é uma justiça arbitrária.
Podemos verificar isto no episódio do Rato com a Fúria, em que o primeiro foi acusado de injúria capital, sem direito a defesa (sem direito a julgamento, a tribunal), pois a cadela (Fúria) iria ser juiz e jurada do próprio julgamento. É uma condenaçao sem razão. O Rato apesar de ter achado esta situação completamente injusta teve de lidar com as consequências, pois estava sob o poder exercido pela Fúria (que era maior, mais poderosa e forte). Nesta situação a Fúria é comparada ao rei que detém o poder absoluto e que decide tudo, enquanto o Rato é comparado ao povo que é de certa maneira obrigado a acartar com as consequências dos seus actos ou até mesmo os de outras pessoas sem possibilidade ou direito a defesa. Direito a defesa e à imparcialidade na justiça.
Outra comparação possivel é com a justiça exercida durante a Idade Média, nesta altura era o rei o nobre ou a igreja que decidiam se o arguido (normalmente com menor poder, o povo) era ou não culpado, o rei decidia o futuro do acusado fazendo apenas o que lhe dava mais jeito ou conforme seu desejo independentemente de o acusado ser inocente, o rei culpava-o apenas porque queria ou porque não tinha mais ninguém para acusar. Portanto, não havia “justiça”.
Esta é tambem de certa forma parecida com a justiça que existe, na realidade, no mundo animal em que o mais forte (a Fúria) faz o que ambiciona, pois tem o poder absoluto sobre os desprotegidos (o Rato), assim conseguimos perceber que os tribunais na realidade nem sempre utilizam o poder que têm da forma mais correcta.Com esta situação, o autor quer fazer uma crítica ao sistema de justiça da sua época e do seu país, pois durante a obra este diz que os tribunais (o rei) não deviam ter o poder absoluto, porque assim estes podem escolher o que lhes dá na “gana”, agindo apenas conforme querem, acusando injustamente o arguido que normalmente não tem poder nenhum e está desprotegido; durante a época do autor, também as mulheres iniciaram a luta pelos seus direitos e igualdades e para criticar isso o autor consegue passar a ideia de que nessa época a igualdade entre todas as pessoas não era apoiada,o que fazia com que uns tivessem mais privilégios que outros. Nessa altura, também não era permitida a opinião de alguém exterior aos assuntos em questão.
No mundo real a definição de justiça é oposta à do País das Maravilhas que representa a imaginação de Alice, no mundo real a justiça é uma coisa boa que geralmente é praticada para combater legalmente o mal ou uma má acção que alguém cometeu e pela qual deve ser acusado e assumir as suas consequências.
Durante a obra Alice a personagem principal sofre algumas transformações fisicas, esta caracteristica pode tambem ser comparada e interpretada em relação à justiça do País das Maravilhas.
As transformações fisicas que Alice sofre estão relacionadas com a altura do sujeito (Alice) e que torna-se maior ou menor consoante os efeitos que fazem os alimentos que come ou as bebidas que bebe. As alturas que Alice toma estão relacionadas com a justiça porque Alice ao ser maior que os outros animais e/ou pessoas pode fazer o que quiser, não tem medo de ninguém é como se fosse a Rainha que tem todo o poder, neste caso Alice pode julgar quem quiser e como quiser consoante o que quiser. Mas quando Alice diminui e fica mais pequena que o resto das pessoas e/ou animais, esta fica com medo de tudo e todos, pois nessas situações ela pode ser julgada como, quando e consoante o que os animais maiores que ela quiserem.
Outra situação que ocorre ao longo da obra sobre justiça é entre o Rei, a Rainha e o Valete, quando este ultimo foi a tribunal acusado de roubar as tartes da rainha. Neste momento o Valete é acusado de ter roubado as tartes da Rainha e isso só acontece porque o Rei e a Rainha não tinham quem acusar, por isso abusaram dos seus privilégios acusando o Valete de ter roubado as tartes mesmo sabendo que não tinha sido ele. A Rainha de copas, autoritária e impulsiva, tem um peculiar sentido de justiça, dando punição mesmo antes de um julgamento, representa pessoas que julgam sem saber. Durante a acusação o Rei ia chamando testemunhas a responder, mas mesmo que as testemunhas não dissessem nada que acusasse o arguido, o Rei conseguia de certo modo acusar o Valete com falsos factos. No fim o Rei e a Rainha querendo culpar o Valete ordenaram que lhe cortassem a cabeça, mas Alice opôs-se a isso. Concluí que a definição de justiça no País das Maravilhas é segundo a Lei da Sobrevivência (a lei do mais forte) em que quem tem poder faz o que quer e quem não tem está a mercê dos mais fortes.
Alice que fica abismada com os procedimentos do tribunal, começa a crescer durante a sessão (mais confiante) e recusa-se a ser intimidada pela lógica distorcida do tribunal. O Rei de imediato, através do seu poder absoluto, cria uma lei que obriga Alice a sair do tribunal, mas esta como estava maior que os outros todos, fez-lhes frente pois sabia que ao ser maior e mais forte tinha privilégios perante eles .
Alice ao fazer frente ao baralho de cartas( jurados) fez com que a Rainha mandasse que a cabeça dela fôsse cortada o que não aconteceu, porque Alice não tinha medo deles sabendo que era maior e mais forte que eles. A Alice sendo uma criança ainda não incorporou a norma e o hábito da subserviência, por isso quando encontra uma situaçao de prepotência ou desrespeito, reage imediatamente e encara de igual para igual sem medo e com verdade; é por isso uma lição de ética, de irreverência e de inconformismo.
A justiça deve ser igual para todos e a verdade tem de ser o mais importante, apesar de sermos livres, essa liberdade não pode entrar em conflito com o outro, com os direitos do outro, penso que esta obra foi de certa forma uma maneira do autor criticar a época em que viveu!
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Síntese da apresentação
Apresentação oral: Autobiografia
Auto/Bio/Grafia
Eu/Vida/Escrita
A Autobiografia é uma palavra de origem grega, traduz um género literário em prosa em que um indivíduo narra a história da sua vida na 1ª pessoa.
Explicando de outra forma, consiste na narração da experiência vivencial do indivíduo, levada a cabo por ele próprio, de forma contínua e posterior aos acontecimentos narrados.
Para além da autobiografia, há vários tipos de textos com características autobiográficas, isto é géneros literários do eu, como: cartas, memórias, diários e o auto-retrato; nestes casos obedecem a determinada estrutura, podem articular o seu eu com o contexto histórico - cultural ou podem ser um género fragmentado, datado, obedecendo a uma ordem cronológica.
Leitura do texto da pág. 105.
Pergunta para a turma:
1. Identifiquem-me neste texto uma ou mais frases que indiquem que é uma Autobiografia.
José Pelica nº18 10ºB
Auto/Bio/Grafia
Eu/Vida/Escrita
A Autobiografia é uma palavra de origem grega, traduz um género literário em prosa em que um indivíduo narra a história da sua vida na 1ª pessoa.
Explicando de outra forma, consiste na narração da experiência vivencial do indivíduo, levada a cabo por ele próprio, de forma contínua e posterior aos acontecimentos narrados.
Para além da autobiografia, há vários tipos de textos com características autobiográficas, isto é géneros literários do eu, como: cartas, memórias, diários e o auto-retrato; nestes casos obedecem a determinada estrutura, podem articular o seu eu com o contexto histórico - cultural ou podem ser um género fragmentado, datado, obedecendo a uma ordem cronológica.
Leitura do texto da pág. 105.
Pergunta para a turma:
1. Identifiquem-me neste texto uma ou mais frases que indiquem que é uma Autobiografia.
José Pelica nº18 10ºB
domingo, 21 de novembro de 2010
Poema
Poema
Lagos de lágrimas frias
que me gelam o coração,
que brotam na minha alma
e dançam na palma da mão.
Lágrimas de amargura,
lágrimas de dor,
lágrimas de tristeza pura,
que bailam com ardor.
Lágrimas que dançam ,rodopiam
e caiem...de repente ,
assim ,
como gente.
Alba, 14 anos, Açores.
Lagos de lágrimas frias
que me gelam o coração,
que brotam na minha alma
e dançam na palma da mão.
Lágrimas de amargura,
lágrimas de dor,
lágrimas de tristeza pura,
que bailam com ardor.
Lágrimas que dançam ,rodopiam
e caiem...de repente ,
assim ,
como gente.
Alba, 14 anos, Açores.
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