III Ato
Destaque, ainda aqui, os processos de ligação com o II ato.
Quanto tempo decorreu na intriga, ou seja, quanto tempo foi representado? Faça um esquema que destaque a obediência (ou não) à lei da unidade de tempo.
Tal como entre o I e o II atos, também aqui se narra o que aconteceu nos bastidores. Veja porquê.
Porque diz Manuel de Sousa Coutinho que Maria perdeu família e nome? Será que se pretende apenas acentuar o lado moral da questão da ilegitimidade de Maria? Veja que relação pode existir entre toda a conversa (de Manuel de Sousa Coutinho e Frei Jorge) e a frase de Luciana Stegagno Picchio: «Não é possível anular a história nem voltar atrás.»
Note como se tenta «anular a história» (ou seja, a passagem do tempo) e «voltar atrás» (ou seja, negar uma situação). Que impede que tal aconteça?
Veja, ainda, como através da figura de Maria se simboliza o Presente e como todo o texto prepara o seu sacrifício final. Leia, para isso, atentamente, o conflito com que se debate Telmo; compare os dois sonhos - de Madalena e de Maria; destaque os sinais de incapacidade de inserção do Romeiro no tempo Presente.
Que dá dimensão trágica a este III ato? Veja os aparecimentos de Maria em cena e o efeito que a técnica produz.
Analise a evolução do estatuto das personagens. Destaque ações por elas praticadas. Que conclusões tira quanto aos fundamentos das situações dramáticas?
Procure ver até que ponto se exercitam técnicas de tragédia na construção do Frei Luís de Sousa.
a) Destaque o processo lógico na organização das situações, das cenas e dos diálogos;
b) note a produção de símbolos no texto;
c) analise a ação do destino e da Igreja (moral cristã);
d) veja o dilema psicológico e como se joga no texto.
Faça a inserção do Frei Luís de Sousa na história da literatura dramática, tentando perceber o que o distingue de outras produções dramáticas de Almeida Garrett.
Alunos do 12ºB da Escola Secundária Quinta do Marquês, em Oeiras, no ano lectivo de 2012-13
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Frei Luís de Sousa - Questionário II
II Ato
Como se faz a ligação entre o I e o II atos? Destaque alguns processos, no discurso e na intriga.
Estabeleça um paralelo entre a I cena do I ato e a I cena do II ato. A que conclusões chega quanto à técnica utilizada?
Que aproxima Telmo e Maria?
Veja como evoluem os dois fios da intriga, introduzidos anteriormente.
Leia com atenção a cena dentro da cena. Repare no trabalho com os tempos verbais, na representação de terror, no paralelo entre os dois retratos.
Compare a descrição de dois dos retratos na sala com o terceiro (de D. João de Portugal). Veja como se cria a expetativa do leitor ao adiar a descrição deste e ao colocá-la na fala de Maria.
Com a entrada de Manuel de Sousa Coutinho assiste-se a uma mudança de registo. Qual? Veja que relação pode haver entre ela e a «solução» adotada no final do texto (professar). Veja também como o texto disfarça essa relação.
A partir da IV cena criam-se condições para a chegada do Romeiro. Como? Repare no projeto de conciliação entre as partes em conflito (que constituirá o segundo fio da intriga); note a situação espaciotemporal (a introdução mais desenvolvida da «história» de Soror Joana surge aqui); leia o desejo expresso nas palavras de D. Madalena; repare no vazio de personagens só contrariado pela presença de um representante da Igreja.
Faça um levantamento lexical de termos com valor semântico «disfórico» ou «negativo». Que efeito produzem?
Analise o discurso de D. Madalena neste II ato e veja até que ponto ele é responsável pela consideração deste texto como tragédia.
Veja o jogo que assume o diálogo entre Frei Jorge/ Madalena e Romeiro:
a) técnicas de produção de efeito de suspense;
b) caraterização do Romeiro e efeito de real por aí produzido;
c) reconhecimento enquanto momento fundamental na construção da tragédia.
Repare nas cenas IX e XII. Qual a sua função na economia da intriga? Veja que outros processos se podem deste aproximar.
Que sentidos produz a palavra «ninguém» nas suas duas formas?
Veja como é conseguido o ritmo vivo destas últimas cenas e qual o efeito que se pretende atingir.
Neste II ato, veja qual foi o fio de intriga desenvolvido e qual a personagem que mais interveio.
Repare, de novo, na progressão que se constrói a partir da tranquilidade, no início do ato, até ao clímax que constitui o reconhecimento. Estabeleça um paralelo com o I ato. Que diferenças encontra?
Como se faz a ligação entre o I e o II atos? Destaque alguns processos, no discurso e na intriga.
Estabeleça um paralelo entre a I cena do I ato e a I cena do II ato. A que conclusões chega quanto à técnica utilizada?
Que aproxima Telmo e Maria?
Veja como evoluem os dois fios da intriga, introduzidos anteriormente.
Leia com atenção a cena dentro da cena. Repare no trabalho com os tempos verbais, na representação de terror, no paralelo entre os dois retratos.
Compare a descrição de dois dos retratos na sala com o terceiro (de D. João de Portugal). Veja como se cria a expetativa do leitor ao adiar a descrição deste e ao colocá-la na fala de Maria.
Com a entrada de Manuel de Sousa Coutinho assiste-se a uma mudança de registo. Qual? Veja que relação pode haver entre ela e a «solução» adotada no final do texto (professar). Veja também como o texto disfarça essa relação.
A partir da IV cena criam-se condições para a chegada do Romeiro. Como? Repare no projeto de conciliação entre as partes em conflito (que constituirá o segundo fio da intriga); note a situação espaciotemporal (a introdução mais desenvolvida da «história» de Soror Joana surge aqui); leia o desejo expresso nas palavras de D. Madalena; repare no vazio de personagens só contrariado pela presença de um representante da Igreja.
Faça um levantamento lexical de termos com valor semântico «disfórico» ou «negativo». Que efeito produzem?
Analise o discurso de D. Madalena neste II ato e veja até que ponto ele é responsável pela consideração deste texto como tragédia.
Veja o jogo que assume o diálogo entre Frei Jorge/ Madalena e Romeiro:
a) técnicas de produção de efeito de suspense;
b) caraterização do Romeiro e efeito de real por aí produzido;
c) reconhecimento enquanto momento fundamental na construção da tragédia.
Repare nas cenas IX e XII. Qual a sua função na economia da intriga? Veja que outros processos se podem deste aproximar.
Que sentidos produz a palavra «ninguém» nas suas duas formas?
Veja como é conseguido o ritmo vivo destas últimas cenas e qual o efeito que se pretende atingir.
Neste II ato, veja qual foi o fio de intriga desenvolvido e qual a personagem que mais interveio.
Repare, de novo, na progressão que se constrói a partir da tranquilidade, no início do ato, até ao clímax que constitui o reconhecimento. Estabeleça um paralelo com o I ato. Que diferenças encontra?
Frei Luís de Sousa - Questionário I
I Ato
Destaque na I cena os elementos informativos de que depende o evoluir da intriga: personagens e seus traços característicos, sugestão de conflito, «história» passada, temporalidade.
Note na II cena:
a) o acento posto na leitura e nas obras representativas de uma cultura e de uma moral;
b) modos de relacionamento de Telmo e D. Madalena com o passado de que falam;
c) apresentação de Maria;
d) o que sugere o uso das reticências nas falas de D. Madalena.
Destaque expressões que mostrem os saberes das personagens e o jogo com a «ignorância» do leitor/ espetador em relação ao evoluir da intriga.
Que se anuncia com a «conversa» entre Telmo e D. Madalena? Haverá já marcas do desfecho?
Destaque a referência ao sebastianismo e procure ao longo do texto outros sinais.
Veja a importância do que é dito na última fala de D. Madalena para o encadeamento entre cenas e consequente construção dramática.
Na IV cena atente na caracterização de Maria. Que imagem se pretende criar?
Dentro da ordem «familiar», quais são os pontos de rutura que o texto anuncia?
Note a inserção da intriga num contexto histórico. Relacione com a(s) referência(s) ao sebastianismo.
Anuncia-se uma mudança de espaço. Veja como cada personagem a interpreta.
Repare na importância que é dada ao retrato.
Tente representar em gráfico os momentos máximos de tensão dramática. Relacione-os com o caminho que o texto parece anunciar.
Conclua quanto ao papel das duas primeiras cenas na economia do texto.
Destaque na I cena os elementos informativos de que depende o evoluir da intriga: personagens e seus traços característicos, sugestão de conflito, «história» passada, temporalidade.
Note na II cena:
a) o acento posto na leitura e nas obras representativas de uma cultura e de uma moral;
b) modos de relacionamento de Telmo e D. Madalena com o passado de que falam;
c) apresentação de Maria;
d) o que sugere o uso das reticências nas falas de D. Madalena.
Destaque expressões que mostrem os saberes das personagens e o jogo com a «ignorância» do leitor/ espetador em relação ao evoluir da intriga.
Que se anuncia com a «conversa» entre Telmo e D. Madalena? Haverá já marcas do desfecho?
Destaque a referência ao sebastianismo e procure ao longo do texto outros sinais.
Veja a importância do que é dito na última fala de D. Madalena para o encadeamento entre cenas e consequente construção dramática.
Na IV cena atente na caracterização de Maria. Que imagem se pretende criar?
Dentro da ordem «familiar», quais são os pontos de rutura que o texto anuncia?
Note a inserção da intriga num contexto histórico. Relacione com a(s) referência(s) ao sebastianismo.
Anuncia-se uma mudança de espaço. Veja como cada personagem a interpreta.
Repare na importância que é dada ao retrato.
Tente representar em gráfico os momentos máximos de tensão dramática. Relacione-os com o caminho que o texto parece anunciar.
Conclua quanto ao papel das duas primeiras cenas na economia do texto.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Tarefas - Avisos
Aqui vos deixo as primeiras tarefas do novo ano civil. Deverão preparar um texto sobre os tópicos que a seguir vos indico. A cada tópico tem de corresponder um texto que deverá ser colocado no blogue, até ao dia 13 de Janeiro.
Ana Catarina e Ana Filipa: o conceito de Ironia Trágica.
Andreia, António e Beatriz Alves: o conceito de Pathos.
Beatriz Salvada, Catarina Coelho e Catarina Nunes: o conceito de Terror na tragédia.
Catarina Silva, Daniela e Diogo: o conceito de Piedade na tragédia.
Gonçalo, Hugo e João Lino: o conceito de Catarse.
José Pelica, José Lopes e Júlia: o conceito de Hamartia.
Mafalda Caldeira, Mafalda Costa e Marta: o conceito de Catástrofe.
Pedro e Rafaela: os conceitos de Anagnórise e de Reconhecimento.
Ricardo e Ana Sofia: o conceito de Drama.
Sílvia e Teresa: o conceito de Tragédia.
Bom trabalho no novo ano civil!
Ana Catarina e Ana Filipa: o conceito de Ironia Trágica.
Andreia, António e Beatriz Alves: o conceito de Pathos.
Beatriz Salvada, Catarina Coelho e Catarina Nunes: o conceito de Terror na tragédia.
Catarina Silva, Daniela e Diogo: o conceito de Piedade na tragédia.
Gonçalo, Hugo e João Lino: o conceito de Catarse.
José Pelica, José Lopes e Júlia: o conceito de Hamartia.
Mafalda Caldeira, Mafalda Costa e Marta: o conceito de Catástrofe.
Pedro e Rafaela: os conceitos de Anagnórise e de Reconhecimento.
Ricardo e Ana Sofia: o conceito de Drama.
Sílvia e Teresa: o conceito de Tragédia.
Bom trabalho no novo ano civil!
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Apresentações do 2º Período
A pensar em eventuais prendas no sapatinho, aqui vos deixo a indicação dos livros para as apresentações do segundo período:
Pedro - Tempos Difíceis, de Charles Dickens
Catarina Nunes - A Castro, de António Ferreira
Beatriz Alves - A Vida é Sonho, de Calderon de La Barca
António - Hamlet, de William Shakespeare
Mafalda Costa - O Pintor da Vida Moderna, de Charles Baudelaire
Catarina Coelho - A Confiança em Si, de Ralph Waldo Emerson
Catarina Silva - A Paz Perpétua, de Kant
José Pelica - Auto da Alma, de Gil Vicente
Ricardo - O Príncipe, de N. Maquiavel
Teresa - De Profundis, de Oscar Wilde
Júlia - Noites Brancas, de Fiodor Dostoievsky
Rafaela - A Morte em Veneza, de Thomas Mann
Hugo - Ecce Homo, de Friedrich Nietzsche
Gonçalo - Agamémnon, de Ésquilo
Marta - A Tempestade, de William Shakespeare
Ana Sofia - Medeia, de Eurípides
Ana Filipa - Rei Édipo, de Sófocles
Andreia - Euménides, de Ésquilo
José Lopes - Levantado do Chão, de José Saramago
Diogo - O Rei Lear, de William Shakespeare
Sílvia - Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf
Beatriz Salvada - Viagens na Minha Terra, de Almeida Garrett
Ana Catarina - O Judeu, de Bernardo Santareno
Daniela - A Arte de Amar, de Ovídio
Mafalda Caldeira - Os Meninos de Oiro, de Agustina Bessa-Luís
João Lino - A Relíquia, de Eça de Queirós
Pedro - Tempos Difíceis, de Charles Dickens
Catarina Nunes - A Castro, de António Ferreira
Beatriz Alves - A Vida é Sonho, de Calderon de La Barca
António - Hamlet, de William Shakespeare
Mafalda Costa - O Pintor da Vida Moderna, de Charles Baudelaire
Catarina Coelho - A Confiança em Si, de Ralph Waldo Emerson
Catarina Silva - A Paz Perpétua, de Kant
José Pelica - Auto da Alma, de Gil Vicente
Ricardo - O Príncipe, de N. Maquiavel
Teresa - De Profundis, de Oscar Wilde
Júlia - Noites Brancas, de Fiodor Dostoievsky
Rafaela - A Morte em Veneza, de Thomas Mann
Hugo - Ecce Homo, de Friedrich Nietzsche
Gonçalo - Agamémnon, de Ésquilo
Marta - A Tempestade, de William Shakespeare
Ana Sofia - Medeia, de Eurípides
Ana Filipa - Rei Édipo, de Sófocles
Andreia - Euménides, de Ésquilo
José Lopes - Levantado do Chão, de José Saramago
Diogo - O Rei Lear, de William Shakespeare
Sílvia - Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf
Beatriz Salvada - Viagens na Minha Terra, de Almeida Garrett
Ana Catarina - O Judeu, de Bernardo Santareno
Daniela - A Arte de Amar, de Ovídio
Mafalda Caldeira - Os Meninos de Oiro, de Agustina Bessa-Luís
João Lino - A Relíquia, de Eça de Queirós
Boas Festas e Bom Trabalho!
sábado, 8 de outubro de 2011
Apresentações Orais do 1º Período - Calendarização
7 de Outubro:
Mafalda Caldeira – O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry
Ricardo Carnevale – O Idiota, de Fiodor Dostoievsky
Hugo Bettencourt – O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde
11 de Outubro:
Diogo – As Aventuras de Sherlock Holmes, de Arthur Conan Doyle
Ana Sofia Muralha – O Nariz, de Nikolai Gógol
Daniela – Sonho de uma Noite de Verão, de William Shakespeare
14 de Outubro:
Catarina Coelho - Noite, de Elie Wiesel
José Pelica – Tom Sawyer, de Mark Twain
José Lopes – Robinson Crusoé, de Daniel Defoe
25 de Outubro:
Beatriz Salvada – Orgulho e Preconceito, de Jane Austen
Catarina Silva – Anna Karenina, de Leo Tolstoy
Sílvia – O Perfume, de Patrick Suskind
4 de Novembro:
Júlia – Ficções, de Jorge Luís Borges
Andreia – Jane Eyre, de Charlotte Bronte
João Lino – O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald
7 de Novembro:
Gonçalo – A Metamorfose, de Franz Kafka
Marta – Aparição, de Vergílio Ferreira
Teresa – O Monte dos Vendavais, de Emily Bronte
11 de Novembro:
Pedro – Oliver Twist, de Charles Dickens
Catarina Nunes – As Vinhas da Ira, de John Steinbeck
Ana Catarina – Terna é a Noite, de F. Scott Fitzgerald
14 de Novembro:
Ana Filipa – A Paixão do Jovem Werther, de Goethe
Rafaela – Narciso e Goldmundo, de Hermann Hesse
18 de Novembro:
António – A Paixão do Jovem Werther, de Goethe
Beatriz Alves – As Afinidades Electivas, de Goethe
Mafalda Costa – Madame Bovary, de Gustave Flaubert
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